Faço camas num hotel de cinco estrelas há onze anos. Só percebi o meu problema quando dormi num dos quartos.
Guia de Sono para Quem Dorme de Lado
Publicação da Dormax, com histórias de clientes e explicações simples
Histórias do Sono

Faço camas num hotel de cinco estrelas há onze anos. Só percebi o meu problema quando dormi num dos quartos.

Durmo de lado desde sempre e acordava quase todas as manhãs com o braço dormente. Achava que era normal. Cinquenta anos assim. Uma noite numa cama que normalmente sou eu a fazer mostrou-me que o braço não estava ali por hábito.

Nota editorial A Carla é cliente Dormax e escreveu-nos a contar isto. Publicamos o relato dela com a autorização dela, nas palavras dela e apenas com o primeiro nome, como ela pediu. É a experiência de uma pessoa e os resultados variam. Esta página é conteúdo publicitário da Dormax e não substitui aconselhamento médico.

Trabalho como empregada de limpeza num hotel de cinco estrelas em Braga. Há onze anos que faço camas todos os dias. E esta história começou com uma pergunta que não era para mim.

A Sandra, da receção, desabafou comigo uma manhã, no refeitório do pessoal:

«Já é a terceira pessoa esta semana a perguntar-me onde é que se compram as almofadas dos quartos. Eu sei lá. Tu é que mexes nelas todos os dias, sabes alguma coisa?»

Não sabia. O meu trabalho é deixá-las direitinhas. Não é perceber de almofadas.

Mas fiquei a pensar naquilo. Porque há uns meses o hotel tinha trocado as almofadas todas. Chegaram em caixas e tinham um formato esquisito: uma cova no meio, um lado mais baixo que o outro, mais altas do que as normais. Lembro-me de pensar: coisa de rico. Eu toda a vida dormi com almofadas normais, daquelas de supermercado, e nunca me passou pela cabeça que houvesse outra coisa.

E pronto, ficou por aí. Quem faz dezasseis quartos por turno não anda a pensar em almofadas.

A noite em que dormi num quarto que normalmente sou eu a fazer

Até que aconteceu uma coisa que nunca me tinha acontecido em onze anos de casa.

Houve um evento grande no hotel e o meu turno começava às cinco da manhã. Não há transporte àquela hora de onde eu moro, e a governanta deixou-me ficar a dormir num dos quartos que estavam vagos. Senti-me esquisita, confesso. A deitar-me numa cama que normalmente sou eu que faço.

Quarto de hotel arrumado, com a cama feita e luz de manhã
Um quarto como aquele em que passei a noite. Imagem ilustrativa.

Eu durmo de lado. Sempre dormi. E como toda a gente que dorme de lado, durmo com o braço enfiado debaixo da almofada, a segurar a cabeça. E quase todas as noites acordo com esse braço dormente, cheio de formigueiro, a abanar a mão no escuro à espera que a vida volte aos dedos. Para mim isso era normal. Cinquenta anos assim. Até era confortável.

Nessa noite adormeci mais depressa do que adormeço na minha cama. Eu, que estava nervosa com o evento. E quando o despertador tocou, dei por uma coisa estranha: o braço estava ao lado do corpo. Não tinha ido para debaixo da almofada. Nem uma vez, a noite inteira.

«São para quem dorme de lado. Por causa da altura.»

No dia seguinte perguntei à governanta o que é que aquelas almofadas tinham de especial.

Ela encolheu os ombros. «Foi a direção que mandou vir. Só sei que são para quem dorme de lado, por causa da altura. O resto não te sei dizer.»

Para quem dorme de lado. Por causa da altura.

Andei o dia todo a remoer naquilo. E à noite, na minha cama, com a minha almofada de sempre, percebi sozinha. A cabeça afunda. A almofada é baixa demais para o espaço que o ombro deixa, e a cabeça fica a cair. E o braço vai para debaixo da almofada sem eu mandar. Vai para a levantar.

O braço não está ali por hábito. Está ali a fazer de calço. A noite inteira, entalado debaixo do peso da cabeça. Claro que acorda morto.

Cinquenta anos a usar o meu próprio braço como almofada e nunca tinha questionado.

Nota técnica da Dormax

Como saber se a sua almofada tem a altura errada

Vista de frente de quem dorme de lado: a orelha, a cabeça, o ombro e o espaço vazio de 10 a 14 cm entre a cabeça e o colchão
A medida varia com a largura dos ombros e com a dureza do colchão.

Não é preciso comprar nada para fazer este teste.

  1. De pé, meça com uma fita a distância entre a base da orelha e a ponta do ombro. Na maioria dos adultos dá entre 10 e 14 cm.
  2. Deite-se de lado como dorme normalmente e peça a alguém para olhar de frente: o nariz, o queixo e o meio do peito devem ficar alinhados.
  3. Repare no que faz com o braço. Se ele vai sozinho para debaixo da almofada, está a compensar altura a menos.

Colchões mais moles fazem o ombro afundar e reduzem um pouco a altura necessária. Se acorda com dormência ou formigueiro frequentes, vale a pena falar com o seu médico, porque a almofada é só uma das causas possíveis.

O que me fez decidir

Fui ver o nome na etiqueta, num dos quartos, e procurei no telemóvel à hora de almoço. Estava convencida de que ia ver um preço de hotel de cinco estrelas, centenas de euros, coisa de rico, como eu tinha pensado ao abrir as caixas. Não era. Não vou dizer que era dada, porque para mim nenhum dinheiro é dado. Mas era um preço que uma pessoa como eu consegue pagar.

Ainda assim, andei umas semanas a pensar. Não sou de comprar coisas por impulso.

O que me decidiu foi a garantia: 100 noites de teste. Se não resultar, devolve-se e o dinheiro volta. Pensei: eles que façam camas comigo onze anos, a ver se têm medo de uma garantia destas.

Encomendei numa folga, quando apareceu uma promoção. Foi por isso que esperei umas semanas. Fui vendo o preço até estar a jeito. É assim que eu compro as coisas.

A almofada Dormax vista em ângulo de três quartos, com o recorte lateral para o ombro
A almofada que encontrei nos quartos.

Quase um mês depois

Já cá está há quase um mês. Adormeço mais depressa, o braço fica quieto ao lado do corpo, e o meu marido jura que já não dou tantas voltas na cama. De manhã não há nada para abanar, nada para esperar. É só levantar.

Sendo honesta: as primeiras noites foram estranhas. É mais alta do que aquilo a que eu estava habituada e a primeira reação é achar que está mal. Levei uns dias a habituar-me. Quem espera achar tudo perfeito logo na primeira noite arrisca-se a desistir cedo demais. E era exatamente por isso que a garantia me interessava.

A Sandra, da receção, continua a receber a pergunta das almofadas. Agora já sabe o que responder.

Se dormem de lado e conhecem bem aquele acordar com o braço morto e formigueiro nos dedos, espreitem. Eu mudo lençóis e bato almofadas há onze anos, e nunca imaginei que a diferença entre uma noite mal dormida e uma noite seguida estivesse na almofada.

Afinal não era coisa de rico. Era só uma almofada feita como deve ser.

Carla, 52 anos, Braga

A almofada do relato da Carla

Dormax: recorte para o ombro, feita para quem dorme de lado

O recorte lateral deixa o ombro descer em vez de o empurrar para cima, e há duas alturas diferentes para quando muda de posição a meio da noite. É este desenho que faz com que o braço deixe de servir de calço.

A Carla esperou por uma promoção antes de encomendar. Vale a pena fazer o mesmo: veja qual é o preço em vigor hoje antes de decidir.

  • Preço Há uma promoção ativa à data desta publicação. Confirme o valor atual no site
  • Garantia 100 noites para experimentar, com devolução do dinheiro
  • Envio Grátis para Portugal continental
  • Inclui Almofada + fronha
  • Adaptação Conte com alguns dias até se habituar à altura
Ver a almofada em dormax.pt→

A Carla comprou durante uma promoção. As campanhas mudam ao longo do ano, por isso vale a pena ver o preço em vigor hoje antes de decidir. Esta ligação leva à loja oficial Dormax. Consulte o preço, o prazo de entrega e as condições de garantia e devolução em dormax.pt antes de encomendar, incluindo quem suporta os custos de devolução.

Divulgação completa Esta página é conteúdo publicitário da Dormax e liga à loja oficial da marca. O relato acima é de uma cliente, a Carla, publicado com o consentimento dela e apenas com o primeiro nome; descreve a experiência de uma pessoa e não é uma promessa de resultados. Os resultados variam consoante a pessoa, a posição de dormir, o colchão e a largura dos ombros. A Dormax é uma almofada: não trata, não cura nem diagnostica qualquer condição, e nada nesta página constitui aconselhamento, diagnóstico ou tratamento médico. Dormência, formigueiro ou dores persistentes nos braços ou no pescoço podem ter várias causas e devem ser avaliadas por um médico ou fisioterapeuta. Preços, disponibilidade, prazos de entrega e condições de garantia são definidos pela Dormax e podem mudar, por isso confirme sempre em dormax.pt antes de encomendar. Todas as marcas mencionadas pertencem aos respetivos titulares.
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Histórias de clientes publicadas com autorização. Conteúdo informativo, não médico. Consulte um profissional de saúde para qualquer questão clínica.

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Faço camas num hotel de cinco estrelas há onze anos. Só percebi o meu problema quando dormi num dos quartos.
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Faço camas num hotel de cinco estrelas há onze anos. Só percebi o meu problema quando dormi num dos quartos.

Durmo de lado desde sempre e acordava quase todas as manhãs com o braço dormente. Achava que era normal. Cinquenta anos assim. Uma noite numa cama que normalmente sou eu a fazer mostrou-me que o braço não estava ali por hábito.

Nota editorial A Carla é cliente Dormax e escreveu-nos a contar isto. Publicamos o relato dela com a autorização dela, nas palavras dela e apenas com o primeiro nome, como ela pediu. É a experiência de uma pessoa e os resultados variam. Esta página é conteúdo publicitário da Dormax e não substitui aconselhamento médico.

Trabalho como empregada de limpeza num hotel de cinco estrelas em Braga. Há onze anos que faço camas todos os dias. E esta história começou com uma pergunta que não era para mim.

A Sandra, da receção, desabafou comigo uma manhã, no refeitório do pessoal:

«Já é a terceira pessoa esta semana a perguntar-me onde é que se compram as almofadas dos quartos. Eu sei lá. Tu é que mexes nelas todos os dias, sabes alguma coisa?»

Não sabia. O meu trabalho é deixá-las direitinhas. Não é perceber de almofadas.

Mas fiquei a pensar naquilo. Porque há uns meses o hotel tinha trocado as almofadas todas. Chegaram em caixas e tinham um formato esquisito: uma cova no meio, um lado mais baixo que o outro, mais altas do que as normais. Lembro-me de pensar: coisa de rico. Eu toda a vida dormi com almofadas normais, daquelas de supermercado, e nunca me passou pela cabeça que houvesse outra coisa.

E pronto, ficou por aí. Quem faz dezasseis quartos por turno não anda a pensar em almofadas.

A noite em que dormi num quarto que normalmente sou eu a fazer

Até que aconteceu uma coisa que nunca me tinha acontecido em onze anos de casa.

Houve um evento grande no hotel e o meu turno começava às cinco da manhã. Não há transporte àquela hora de onde eu moro, e a governanta deixou-me ficar a dormir num dos quartos que estavam vagos. Senti-me esquisita, confesso. A deitar-me numa cama que normalmente sou eu que faço.

Quarto de hotel arrumado, com a cama feita e luz de manhã
Um quarto como aquele em que passei a noite. Imagem ilustrativa.

Eu durmo de lado. Sempre dormi. E como toda a gente que dorme de lado, durmo com o braço enfiado debaixo da almofada, a segurar a cabeça. E quase todas as noites acordo com esse braço dormente, cheio de formigueiro, a abanar a mão no escuro à espera que a vida volte aos dedos. Para mim isso era normal. Cinquenta anos assim. Até era confortável.

Nessa noite adormeci mais depressa do que adormeço na minha cama. Eu, que estava nervosa com o evento. E quando o despertador tocou, dei por uma coisa estranha: o braço estava ao lado do corpo. Não tinha ido para debaixo da almofada. Nem uma vez, a noite inteira.

«São para quem dorme de lado. Por causa da altura.»

No dia seguinte perguntei à governanta o que é que aquelas almofadas tinham de especial.

Ela encolheu os ombros. «Foi a direção que mandou vir. Só sei que são para quem dorme de lado, por causa da altura. O resto não te sei dizer.»

Para quem dorme de lado. Por causa da altura.

Andei o dia todo a remoer naquilo. E à noite, na minha cama, com a minha almofada de sempre, percebi sozinha. A cabeça afunda. A almofada é baixa demais para o espaço que o ombro deixa, e a cabeça fica a cair. E o braço vai para debaixo da almofada sem eu mandar. Vai para a levantar.

O braço não está ali por hábito. Está ali a fazer de calço. A noite inteira, entalado debaixo do peso da cabeça. Claro que acorda morto.

Cinquenta anos a usar o meu próprio braço como almofada e nunca tinha questionado.

Nota técnica da Dormax

Como saber se a sua almofada tem a altura errada

Vista de frente de quem dorme de lado: a orelha, a cabeça, o ombro e o espaço vazio de 10 a 14 cm entre a cabeça e o colchão
A medida varia com a largura dos ombros e com a dureza do colchão.

Não é preciso comprar nada para fazer este teste.

  1. De pé, meça com uma fita a distância entre a base da orelha e a ponta do ombro. Na maioria dos adultos dá entre 10 e 14 cm.
  2. Deite-se de lado como dorme normalmente e peça a alguém para olhar de frente: o nariz, o queixo e o meio do peito devem ficar alinhados.
  3. Repare no que faz com o braço. Se ele vai sozinho para debaixo da almofada, está a compensar altura a menos.

Colchões mais moles fazem o ombro afundar e reduzem um pouco a altura necessária. Se acorda com dormência ou formigueiro frequentes, vale a pena falar com o seu médico, porque a almofada é só uma das causas possíveis.

O que me fez decidir

Fui ver o nome na etiqueta, num dos quartos, e procurei no telemóvel à hora de almoço. Estava convencida de que ia ver um preço de hotel de cinco estrelas, centenas de euros, coisa de rico, como eu tinha pensado ao abrir as caixas. Não era. Não vou dizer que era dada, porque para mim nenhum dinheiro é dado. Mas era um preço que uma pessoa como eu consegue pagar.

Ainda assim, andei umas semanas a pensar. Não sou de comprar coisas por impulso.

O que me decidiu foi a garantia: 100 noites de teste. Se não resultar, devolve-se e o dinheiro volta. Pensei: eles que façam camas comigo onze anos, a ver se têm medo de uma garantia destas.

Encomendei numa folga, quando apareceu uma promoção. Foi por isso que esperei umas semanas. Fui vendo o preço até estar a jeito. É assim que eu compro as coisas.

A almofada Dormax vista em ângulo de três quartos, com o recorte lateral para o ombro
A almofada que encontrei nos quartos.

Quase um mês depois

Já cá está há quase um mês. Adormeço mais depressa, o braço fica quieto ao lado do corpo, e o meu marido jura que já não dou tantas voltas na cama. De manhã não há nada para abanar, nada para esperar. É só levantar.

Sendo honesta: as primeiras noites foram estranhas. É mais alta do que aquilo a que eu estava habituada e a primeira reação é achar que está mal. Levei uns dias a habituar-me. Quem espera achar tudo perfeito logo na primeira noite arrisca-se a desistir cedo demais. E era exatamente por isso que a garantia me interessava.

A Sandra, da receção, continua a receber a pergunta das almofadas. Agora já sabe o que responder.

Se dormem de lado e conhecem bem aquele acordar com o braço morto e formigueiro nos dedos, espreitem. Eu mudo lençóis e bato almofadas há onze anos, e nunca imaginei que a diferença entre uma noite mal dormida e uma noite seguida estivesse na almofada.

Afinal não era coisa de rico. Era só uma almofada feita como deve ser.

Carla, 52 anos, Braga

A almofada do relato da Carla

Dormax: recorte para o ombro, feita para quem dorme de lado

O recorte lateral deixa o ombro descer em vez de o empurrar para cima, e há duas alturas diferentes para quando muda de posição a meio da noite. É este desenho que faz com que o braço deixe de servir de calço.

A Carla esperou por uma promoção antes de encomendar. Vale a pena fazer o mesmo: veja qual é o preço em vigor hoje antes de decidir.

  • Preço Há uma promoção ativa à data desta publicação. Confirme o valor atual no site
  • Garantia 100 noites para experimentar, com devolução do dinheiro
  • Envio Grátis para Portugal continental
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A Carla comprou durante uma promoção. As campanhas mudam ao longo do ano, por isso vale a pena ver o preço em vigor hoje antes de decidir. Esta ligação leva à loja oficial Dormax. Consulte o preço, o prazo de entrega e as condições de garantia e devolução em dormax.pt antes de encomendar, incluindo quem suporta os custos de devolução.

Divulgação completa Esta página é conteúdo publicitário da Dormax e liga à loja oficial da marca. O relato acima é de uma cliente, a Carla, publicado com o consentimento dela e apenas com o primeiro nome; descreve a experiência de uma pessoa e não é uma promessa de resultados. Os resultados variam consoante a pessoa, a posição de dormir, o colchão e a largura dos ombros. A Dormax é uma almofada: não trata, não cura nem diagnostica qualquer condição, e nada nesta página constitui aconselhamento, diagnóstico ou tratamento médico. Dormência, formigueiro ou dores persistentes nos braços ou no pescoço podem ter várias causas e devem ser avaliadas por um médico ou fisioterapeuta. Preços, disponibilidade, prazos de entrega e condições de garantia são definidos pela Dormax e podem mudar, por isso confirme sempre em dormax.pt antes de encomendar. Todas as marcas mencionadas pertencem aos respetivos titulares.
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